sábado, 28 de julho de 2012

GALERA AQUI ESTÁ O RESUMO TOTAL DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E 1º REINADO

Regência de D. Pedro e a Independência

As Cortes portuguesas desaprovaram o fato de D. Pedro ter permanecido no Brasil. Temiam que ele fizesse a Independência. Para evitá-la, começaram a exigir sua volta e tomaram medidas que diminuíram seus poderes.

Os brasileiros passaram a trabalhar pela Independência, tentando evitar que D. Pedro deixasse o país. de um lado, estavam políticos como José Bonifácio de Andrada e Silva, José Clemente Pereira e o Padre Januário Barbosa. De outro, A Imprensa e a Maçonaria, sociedade secreta que possuía grande força política.

Em dezembro de 1821 chegaram decretos das Cortes exigindo o regresso imediato de D. Pedro. Os brasileiros perceberam que não poderiam deixá-lo partir, caso contrário, o processo de Independência poderia ser prejudicado.

Começaram a ser recolhidas no Rio de Janeiro cerca de oito mila assinaturas que pediam que o Príncipe-Regente não retornasse a Portugal. O abaixo-assinado foi entregue a ele a 9 de janeiro de 1822. Ao recebê-lo, D. Pedro respondeu que permaneceria no país. Foi o " Fico ", considerado o terceiro e último passo para a Independência.

Em maio, D. Pedro assinou uma portaria onde ficou estabelecido que somente deveriam ser obedecidos, os decretos das Cortes que tivessem sua assinatura e o " cumpra-se ". Em agosto, como havia estourado em São Paulo, um movimento revolucionário contra os irmãos Andrada. D. Pedro viajou até aquela província para tentar sufocar a rebelião. Foi durante essa viagem que, ao receber decretos das Cortes que anulavam seus principais atos, no dia 7 de setembro de 1822, proclamou a Independência.

O 7 de setembro, entretanto, significou apenas a separação política de Portugal. Pouca coisa iria mudar no país. O Brasil iria continuar sendo uma nação agrária, com uma mentalidade escravista, dominado politicamente pela aristocracia rural e com a economia totalmente dependente do capital inglês.

Guerra de Independência

Assim que foi realizada a separaçaõ política, algumas províncias se recusaram a aceitá-la. As províncias eram a Bahia, o Maranhão,o Pará , o Piauí e a Provincia Cisplatina ( atual Uruguai ). Para pacificar as províncias, D. Pedro foi obrigado a tomar empréstimos estrangeiros e contratar mercenários de outros países, uma vez que na época, não havia aqui grandes estrategistas militares. Asim, foram contratados, os ingleses John Grenfell e John Taylor, o francês Pierre Labatut e o escocês Lord Cohrane.

Após várias batalhas a Independência foi estendida a todo o território nacional.

Reconhecimento da Independência

O primeiro país a reconhecer a Independência foi os Estados Unidos, em 1824. O seu reconhecimento se deu por duas razões: A Doutrina Monroe, defendida pelo presidente James Monroe ( " A América para os americanos " ) e o interesse pela abertura de novos mercados.

Em 1825, aconteceu o reconhecimento por parte de Inglaterra e Portugal.

Portugal exigiu pelo reconhecimento dois milhões de libras e o título de Imperador Honorário para D. João VI. A Inglaterra somente reconheceu após a renovação dos tratados de comércio de 1810, que tinham a validade de quinze anos e a promessa do Brasil de extinguir o tráfico negreiro dentro de cinco anos.

Constituição de 1824

Trazia quatro poderes, Executivo ( deveria ser exercido pelo Imperador, assessorado por um ministério de sua livre escolha) Legislativo ( seria formado pela Assembléia Geral que, por sua vez, seria composta pela Câmara dos Deputados e Senado os deputados seriam eleitos através do voto censitário por um período de quatro anos e os senadores seriam nomeados pelo Imperador entre os deputados mais votados. Os senadores seriam vitalícios ) Judiciário ( seria formado por juizes e tribunais ) A Constituição trazia ainda um quarto poder, o Poder Moderador ( exercido pelo Imperador e pelo Conselho de Estado, legitimava o absolutismo de D. Pedro )

Impopularidade do Imperador

Devido ao seu absolutismo, D. Pedro começou a perder popularidade. Uma das causas, foi a repressão à Confederação do Equador, uma revolução de caráter liberal e republicano que estourou em Pernambuco, em 1824. As causas do movimento encontram-se ligadas à crise econômica que havia se abatido sobre a região e à insatisfação diante do caráter absolutista do Imperador. Os revoltosos conseguiram tomar o governo e proclamar a República em Pernambuco, recebendo adesão de províncias vizinhas. O movimento acabou sendo sufocado e o seu principal chefe, o frade jornalista Frei Caneca, foi fuzilado por ordem de D. Pedro.

Uma outra causa do aumento de sua impopularidade foi a Guerra da Cisplatina que estourou em 1825, entre Brasil e Argentina, pela disputa da Província Cisplatina, que havia sido anexada pelos argentinos. Em 1828, após a intervenção da Inglaterra, a Cisplatina ficou independente com o nome de República Oriental do Uruguai.

A abdicação

No final de 1830, no auge de sua impopularidade, D. Pedro decidiu fazer uma viagem à Minas Gerais, o principal foco de oposição. Foi recebido friamente no Rio de Janeiro, enquanto os portugueses decidiram recebê-lo com festas. Os brasileiros não permitiram e o episódio culminou com a Noite das Garrafadas, conflito de rua entre brasileiros e portugueses no dia 13 de março de 1831.

Numa última tentativa de agradar aos seus opositores, D. Pedro substituiu o seu ministério, convocando um outro, somente de políticos brasileiros. As críticas aumentaram. Imediatamente, o Imperador demitiu o ministério de brasileiros e convocou un novo, somente de portugueses.

Foi a gota d' água. Os brasileiros forçaram sua abdicação. D. Pedro I abdicou a 7 de abril de 1831, em favor de seu filho D. Pedro de Alcântar que, na época, contava cinco anos de idade.

 AGRADECEMOS .

              INFO CDF ZN O BLOG DA GELERA

sexta-feira, 15 de junho de 2012

         Alunos do CDF ZN aqui esta a Video aula passado pela Professora Idinaria que não    foi concluido .

      http://www.youtube.com/watch?v=7gPoHGOKl_Q

                                                       Parte (1/4)

                                              1808- Familia Real no Brasil
                                         INFO CDF ZN O BLOG DA GALERA
      Alunos do CDF ZN aqui esta a Video aula passado pela Professora Idinaria que não foi concluido .
                                                       Parte: (2/4)
Alunos do CDF ZN aqui esta a Video aula passado pela Professora Idinaria que não foi concluido .

                                                      Parte : (3/4)

Video Aula

Alunos do CDF ZN aqui esta a Video aula passado pela Professora Idinaria que não foi concluido .

                                               Parte : (4/4)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

ALCA - Área de Livre Comércio das Américas

ALCA - Área de Livre Comércio das Américas

Em 1994, os Estados Unidos propuseram a formação de uma área de livre-comércio entre todos os países americanos, com exceção de Cuba. A ALCA tinha como objetivo possibilitar o comércio em toda a América, sem a existência de barreiras alfandegárias.
Na verdade, a intenção do governo dos EUA é liberar o mercado do continente para seus produtos e servições, a fim de reduzir o déficit comercial anual que assola sua economia.
A proposta da Alca encontra resistência entre os sindicalistas e movimentos sociais de toda a América Latina. Eles temem o desemprego e o aumento da pobreza em vista da perda da competitividade dos produtos nacionais em relação aos importados.
Os governos dos diversos países também divergem em vários pontos, principalmente aos propostos pelos Estados Unidos. O governo norte-americano quer que as nações do continente abram seus mercados aos seus produtos industrializados, mas se recusa a diminuir os subsídios para seus agricultores, dificultando a entrada nos EUA de produtos agrícolas de outros países.
Assim, a criação da Alca segue estagnada. E enquanto não vê sua proposta implantada, os Estados Unidos seguem firmando acordos bilaterais com as nações americanas. Em 2006, propôs acordos de livre-comércio com o Uruguai e o Paraguai, o que desestabilizaria o Mercosul. Mas a iniciativa não chegou a ser realizada.