terça-feira, 31 de julho de 2012
Personagens Históricos
D. João VI
Carlota Joaquina
D. Maria I, "A Rainha Louca"
Napoleão Bonaparte
Nos últimos duzentos anos, mais livros foram escritos sobre Napoleão do
que qualquer outra pessoa na História, com exceção apenas de Jesus
Cristo. Mais de 600 000 obras fazem referência direta ou indireta a ele.
Homem de ambição e vaidades desmedidas, inversamente proporcionais a
sua baixa estatura, de 1,67 metro, era um gênio militar por natureza.
Foi a Revolução Francesa que lhe deu a oportunidade de demonstrar seus
talentos nos campos de batalha. Era, portanto, o homem certo, no lugar
certo e na hora certa. Nascera em 1769, filho de uma família da pequena
nobreza da Córsega. Aos 16 anos, ainda na adolescência, já era tenente
do exército francês. Na escola militar ganhou reputação como republicano
e estabeleceu ligações com as futuras lideranças revolucionárias.
sábado, 28 de julho de 2012
GALERA AQUI ESTÁ O RESUMO TOTAL DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E 1º REINADO
Regência de D. Pedro e a Independência
As Cortes portuguesas desaprovaram o fato de D. Pedro ter permanecido no Brasil. Temiam que ele fizesse a Independência. Para evitá-la, começaram a exigir sua volta e tomaram medidas que diminuíram seus poderes.
Os brasileiros passaram a trabalhar pela Independência, tentando evitar que D. Pedro deixasse o país. de um lado, estavam políticos como José Bonifácio de Andrada e Silva, José Clemente Pereira e o Padre Januário Barbosa. De outro, A Imprensa e a Maçonaria, sociedade secreta que possuía grande força política.
Em dezembro de 1821 chegaram decretos das Cortes exigindo o regresso imediato de D. Pedro. Os brasileiros perceberam que não poderiam deixá-lo partir, caso contrário, o processo de Independência poderia ser prejudicado.
Começaram a ser recolhidas no Rio de Janeiro cerca de oito mila assinaturas que pediam que o Príncipe-Regente não retornasse a Portugal. O abaixo-assinado foi entregue a ele a 9 de janeiro de 1822. Ao recebê-lo, D. Pedro respondeu que permaneceria no país. Foi o " Fico ", considerado o terceiro e último passo para a Independência.
Em maio, D. Pedro assinou uma portaria onde ficou estabelecido que somente deveriam ser obedecidos, os decretos das Cortes que tivessem sua assinatura e o " cumpra-se ". Em agosto, como havia estourado em São Paulo, um movimento revolucionário contra os irmãos Andrada. D. Pedro viajou até aquela província para tentar sufocar a rebelião. Foi durante essa viagem que, ao receber decretos das Cortes que anulavam seus principais atos, no dia 7 de setembro de 1822, proclamou a Independência.
O 7 de setembro, entretanto, significou apenas a separação política de Portugal. Pouca coisa iria mudar no país. O Brasil iria continuar sendo uma nação agrária, com uma mentalidade escravista, dominado politicamente pela aristocracia rural e com a economia totalmente dependente do capital inglês.
Guerra de Independência
Assim que foi realizada a separaçaõ política, algumas províncias se recusaram a aceitá-la. As províncias eram a Bahia, o Maranhão,o Pará , o Piauí e a Provincia Cisplatina ( atual Uruguai ). Para pacificar as províncias, D. Pedro foi obrigado a tomar empréstimos estrangeiros e contratar mercenários de outros países, uma vez que na época, não havia aqui grandes estrategistas militares. Asim, foram contratados, os ingleses John Grenfell e John Taylor, o francês Pierre Labatut e o escocês Lord Cohrane.
Após várias batalhas a Independência foi estendida a todo o território nacional.
Reconhecimento da Independência
O primeiro país a reconhecer a Independência foi os Estados Unidos, em 1824. O seu reconhecimento se deu por duas razões: A Doutrina Monroe, defendida pelo presidente James Monroe ( " A América para os americanos " ) e o interesse pela abertura de novos mercados.
Em 1825, aconteceu o reconhecimento por parte de Inglaterra e Portugal.
Portugal exigiu pelo reconhecimento dois milhões de libras e o título de Imperador Honorário para D. João VI. A Inglaterra somente reconheceu após a renovação dos tratados de comércio de 1810, que tinham a validade de quinze anos e a promessa do Brasil de extinguir o tráfico negreiro dentro de cinco anos.
Constituição de 1824
Trazia quatro poderes, Executivo ( deveria ser exercido pelo Imperador, assessorado por um ministério de sua livre escolha) Legislativo ( seria formado pela Assembléia Geral que, por sua vez, seria composta pela Câmara dos Deputados e Senado os deputados seriam eleitos através do voto censitário por um período de quatro anos e os senadores seriam nomeados pelo Imperador entre os deputados mais votados. Os senadores seriam vitalícios ) Judiciário ( seria formado por juizes e tribunais ) A Constituição trazia ainda um quarto poder, o Poder Moderador ( exercido pelo Imperador e pelo Conselho de Estado, legitimava o absolutismo de D. Pedro )
Impopularidade do Imperador
Devido ao seu absolutismo, D. Pedro começou a perder popularidade. Uma das causas, foi a repressão à Confederação do Equador, uma revolução de caráter liberal e republicano que estourou em Pernambuco, em 1824. As causas do movimento encontram-se ligadas à crise econômica que havia se abatido sobre a região e à insatisfação diante do caráter absolutista do Imperador. Os revoltosos conseguiram tomar o governo e proclamar a República em Pernambuco, recebendo adesão de províncias vizinhas. O movimento acabou sendo sufocado e o seu principal chefe, o frade jornalista Frei Caneca, foi fuzilado por ordem de D. Pedro.
Uma outra causa do aumento de sua impopularidade foi a Guerra da Cisplatina que estourou em 1825, entre Brasil e Argentina, pela disputa da Província Cisplatina, que havia sido anexada pelos argentinos. Em 1828, após a intervenção da Inglaterra, a Cisplatina ficou independente com o nome de República Oriental do Uruguai.
A abdicação
No final de 1830, no auge de sua impopularidade, D. Pedro decidiu fazer uma viagem à Minas Gerais, o principal foco de oposição. Foi recebido friamente no Rio de Janeiro, enquanto os portugueses decidiram recebê-lo com festas. Os brasileiros não permitiram e o episódio culminou com a Noite das Garrafadas, conflito de rua entre brasileiros e portugueses no dia 13 de março de 1831.
Numa última tentativa de agradar aos seus opositores, D. Pedro substituiu o seu ministério, convocando um outro, somente de políticos brasileiros. As críticas aumentaram. Imediatamente, o Imperador demitiu o ministério de brasileiros e convocou un novo, somente de portugueses.
Foi a gota d' água. Os brasileiros forçaram sua abdicação. D. Pedro I abdicou a 7 de abril de 1831, em favor de seu filho D. Pedro de Alcântar que, na época, contava cinco anos de idade.
AGRADECEMOS .
As Cortes portuguesas desaprovaram o fato de D. Pedro ter permanecido no Brasil. Temiam que ele fizesse a Independência. Para evitá-la, começaram a exigir sua volta e tomaram medidas que diminuíram seus poderes.
Os brasileiros passaram a trabalhar pela Independência, tentando evitar que D. Pedro deixasse o país. de um lado, estavam políticos como José Bonifácio de Andrada e Silva, José Clemente Pereira e o Padre Januário Barbosa. De outro, A Imprensa e a Maçonaria, sociedade secreta que possuía grande força política.
Em dezembro de 1821 chegaram decretos das Cortes exigindo o regresso imediato de D. Pedro. Os brasileiros perceberam que não poderiam deixá-lo partir, caso contrário, o processo de Independência poderia ser prejudicado.
Começaram a ser recolhidas no Rio de Janeiro cerca de oito mila assinaturas que pediam que o Príncipe-Regente não retornasse a Portugal. O abaixo-assinado foi entregue a ele a 9 de janeiro de 1822. Ao recebê-lo, D. Pedro respondeu que permaneceria no país. Foi o " Fico ", considerado o terceiro e último passo para a Independência.
Em maio, D. Pedro assinou uma portaria onde ficou estabelecido que somente deveriam ser obedecidos, os decretos das Cortes que tivessem sua assinatura e o " cumpra-se ". Em agosto, como havia estourado em São Paulo, um movimento revolucionário contra os irmãos Andrada. D. Pedro viajou até aquela província para tentar sufocar a rebelião. Foi durante essa viagem que, ao receber decretos das Cortes que anulavam seus principais atos, no dia 7 de setembro de 1822, proclamou a Independência.
O 7 de setembro, entretanto, significou apenas a separação política de Portugal. Pouca coisa iria mudar no país. O Brasil iria continuar sendo uma nação agrária, com uma mentalidade escravista, dominado politicamente pela aristocracia rural e com a economia totalmente dependente do capital inglês.
Guerra de Independência
Assim que foi realizada a separaçaõ política, algumas províncias se recusaram a aceitá-la. As províncias eram a Bahia, o Maranhão,o Pará , o Piauí e a Provincia Cisplatina ( atual Uruguai ). Para pacificar as províncias, D. Pedro foi obrigado a tomar empréstimos estrangeiros e contratar mercenários de outros países, uma vez que na época, não havia aqui grandes estrategistas militares. Asim, foram contratados, os ingleses John Grenfell e John Taylor, o francês Pierre Labatut e o escocês Lord Cohrane.
Após várias batalhas a Independência foi estendida a todo o território nacional.
Reconhecimento da Independência
O primeiro país a reconhecer a Independência foi os Estados Unidos, em 1824. O seu reconhecimento se deu por duas razões: A Doutrina Monroe, defendida pelo presidente James Monroe ( " A América para os americanos " ) e o interesse pela abertura de novos mercados.
Em 1825, aconteceu o reconhecimento por parte de Inglaterra e Portugal.
Portugal exigiu pelo reconhecimento dois milhões de libras e o título de Imperador Honorário para D. João VI. A Inglaterra somente reconheceu após a renovação dos tratados de comércio de 1810, que tinham a validade de quinze anos e a promessa do Brasil de extinguir o tráfico negreiro dentro de cinco anos.
Constituição de 1824
Trazia quatro poderes, Executivo ( deveria ser exercido pelo Imperador, assessorado por um ministério de sua livre escolha) Legislativo ( seria formado pela Assembléia Geral que, por sua vez, seria composta pela Câmara dos Deputados e Senado os deputados seriam eleitos através do voto censitário por um período de quatro anos e os senadores seriam nomeados pelo Imperador entre os deputados mais votados. Os senadores seriam vitalícios ) Judiciário ( seria formado por juizes e tribunais ) A Constituição trazia ainda um quarto poder, o Poder Moderador ( exercido pelo Imperador e pelo Conselho de Estado, legitimava o absolutismo de D. Pedro )
Impopularidade do Imperador
Devido ao seu absolutismo, D. Pedro começou a perder popularidade. Uma das causas, foi a repressão à Confederação do Equador, uma revolução de caráter liberal e republicano que estourou em Pernambuco, em 1824. As causas do movimento encontram-se ligadas à crise econômica que havia se abatido sobre a região e à insatisfação diante do caráter absolutista do Imperador. Os revoltosos conseguiram tomar o governo e proclamar a República em Pernambuco, recebendo adesão de províncias vizinhas. O movimento acabou sendo sufocado e o seu principal chefe, o frade jornalista Frei Caneca, foi fuzilado por ordem de D. Pedro.
Uma outra causa do aumento de sua impopularidade foi a Guerra da Cisplatina que estourou em 1825, entre Brasil e Argentina, pela disputa da Província Cisplatina, que havia sido anexada pelos argentinos. Em 1828, após a intervenção da Inglaterra, a Cisplatina ficou independente com o nome de República Oriental do Uruguai.
A abdicação
No final de 1830, no auge de sua impopularidade, D. Pedro decidiu fazer uma viagem à Minas Gerais, o principal foco de oposição. Foi recebido friamente no Rio de Janeiro, enquanto os portugueses decidiram recebê-lo com festas. Os brasileiros não permitiram e o episódio culminou com a Noite das Garrafadas, conflito de rua entre brasileiros e portugueses no dia 13 de março de 1831.
Numa última tentativa de agradar aos seus opositores, D. Pedro substituiu o seu ministério, convocando um outro, somente de políticos brasileiros. As críticas aumentaram. Imediatamente, o Imperador demitiu o ministério de brasileiros e convocou un novo, somente de portugueses.
Foi a gota d' água. Os brasileiros forçaram sua abdicação. D. Pedro I abdicou a 7 de abril de 1831, em favor de seu filho D. Pedro de Alcântar que, na época, contava cinco anos de idade.
AGRADECEMOS .
INFO CDF ZN O BLOG DA GELERA
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Alunos do CDF ZN aqui esta a Video aula passado pela Professora Idinaria que não foi concluido .
http://www.youtube.com/watch?v=7gPoHGOKl_Q
Parte (1/4)
1808- Familia Real no BrasilINFO CDF ZN O BLOG DA GALERA
Video Aula
Alunos do CDF ZN aqui esta a Video aula passado pela Professora Idinaria que não foi concluido .
Parte : (4/4)
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